sábado, 28 de maio de 2011

Bons amigos temos, bons amigos perdemos.

“Então você lembra-se daquela amizade que tanto te fazia bem, lembra de tudo que já se viveu, de todos os momentos que você ama recordar; os inúmeros risos, as discussões que tinham como conseqüência alguns poucos dias sem se falar – sim, não seria possível tamanho tempo sem contato -, os choros, os conselhos, os micos, as mancadas, as palhaçadas, o companheirismo, a sinceridade, a vontade de querer ajudar, a boa vontade [...] era tudo perfeito dentro das imperfeições existentes, era tudo muito lindo e então vem a ficar tudo mudado, a frieza toma conta, as pessoas vão se afastando e então, quando você se dá conta tudo já mudou, e você não vê como voltar atrás, como resolver toda situação que te causa um vazio incompreensível, uma saudade sem tamanho, uma dor sem igual, um “sentir falta” gigante; então surgem os turbilhões de pensamentos, você tenta agir mas não consegue, na realidade não sabe como reagir, e então deixa por isso mesmo. É como um se tivessem cavado um poço – muito fundo – e jogaram a amizade lá dentro, e pra deixar tudo mais difícil colocaram na passagem uma pedra enorme que faz com que a amizade fique presa, sem puder se mover, sem se quer puder gritar socorro, e agora só basta força, força de vontade para que ambas partes juntas, de forma sincera sejam capazes de tirar essa pedra que comparada a tamanha amizade é minúscula. Só depende de vocês, só depende de nós.”

Por: Steffany A.

Nenhum comentário:

Postar um comentário