sábado, 7 de janeiro de 2012

"Na distância, sonho em estar perto, quando próximo, tenho receio de me aproximar. Se me olha, eu fico sem jeito, caso não note minha presença, me sinto uma idiota. Se fala comigo, fico boba, se não me diz um Oi, eu acho que fiz algo de errado. Se se aproxima, perco o raciocínio lentamente, se segura minha mão, sinto o sangue correr frio, se me abraça, me sinto protegida, segura e se ... Se, pode ser, talvez, porque não? Quem sabe, quem garante? Como? De que forma? Como se explica? Por enquanto, creio que, provavelmente... São palavras como essas que atormentam minha cabeça ao pensar em você, ao pensar em nós dois, ao imaginar situações, ao lembrar que tem uma dúvida enorme não só na minha cabeça, mas também, em meu coração, e independente de hora ou momento ela me persegue."

Por: Steffany A.

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